Quem viveu os anos 90 sabe: às 18h30, o Brasil parava para acompanhar as aventuras das crianças do orfanato Raio de Luz. Chiquititas não era apenas uma novela, era um aconchego diário que nos ensinava sobre vida, amor e amizade enquanto nos divertia com suas histórias.
A doce Mili, com seus vestidos coloridos e olhos cheios de esperança, nos mostrava que a família pode ser construída com amor, não apenas por laços de sangue. Enquanto isso, o Mosca, com suas travessuras, nos fazia rir e lembrar dos nossos próprios amigos arteiros da escola. A Francisca era a mãe que todas as crianças mereciam, paciente, compreensiva e cheia de amor para dar.
As músicas… Quem nunca tentou aprender as coreografias no meio da sala de casa? “Amigos para Sempre” não era apenas uma canção, era um hino que unia gerações nos recreios, nas festas de aniversário, nos encontros entre amigos. Cada nota trazia consigo a lembrança daquelas tardes especiais em frente à TV.
O que fazia de Chiquititas tão especial era sua capacidade de falar sobre coisas importantes, como bullying, adoção e perdas, sem deixar de ser divertida e acolhedora. A novela nos ensinava que mesmo nos momentos difíceis, podemos encontrar apoio nos amigos e seguir em frente com esperança.
Vinte e cinco anos depois, o cheiro do lanche da tarde, o barulho do controle da TV e a empolgação ao ouvir a vinheta de abertura ainda vivem na memória de quem cresceu com essas crianças especiais. Chiquititas foi mais que uma novela, foi um pedaço do nosso coração que nunca cresceu, guardando para sempre a magia da infância.
Pierre Bittencourt

Nascido em São Paulo em 14 de julho de 1984, Pierre Bittencourt conquistou o coração do público brasileiro como o cativante Mosca na primeira versão de Chiquititas (1997-2001) no SBT. Por cinco anos, seu personagem, irmão da Pata e amigo inseparável de Rafa e Binho. Se tornou um dos pilares emocionais da trama que marcou uma geração, sendo reconhecido até hoje por seu carisma natural e timing cômico perfeito.
Após o fenômeno infantil, Pierre construiu uma carreira versátil e consistente: no teatro (mais de 10 peças), na TV (Carcereiros na Globo) e por 16 anos como um dos pilares do humorístico A Praça É Nossa, onde desenvolveu diversos personagens memoráveis. Mas foi nos estúdios de dublagem que encontrou seu novo lar artístico, emprestando sua voz marcante a personagens de games como Batman: Arkham Knight e League of Legends, além de séries e desenhos animados.
Atualmente morando em Rio Claro (SP), onde vive próximo da família em busca de qualidade de vida, Pierre celebrou seus 40 anos em 2024 com uma emocionante reunião dos antigos colegas de Chiquititas, prova de que os laços do orfanato fictício permanecem tão fortes quanto na época das gravações. Em sua jornada pessoal, transformou-se em exemplo ao manter 7 anos de sobriedade, conquistados através de terapia e autocuidado, e hoje compartilha sua experiência para inspirar outros.
Flávia Monteiro

Nascida no Rio de Janeiro em 14 de julho de 1972, Flávia Monteiro conquistou o Brasil como a inesquecível Carol na primeira versão de Chiquititas (1997-2001) no SBT. Por quatro anos, sua personagem, a cuidadora dedicada do orfanato Raio de Luz, tornou-se o coração emocional da trama, marcando gerações com sua doçura firme e olhar protetor que acolhia as “chiquititas” e os telespectadores.
Após o fenômeno infantil, Flávia construiu uma trajetória de rara versatilidade: no teatro (com montagens aclamadas), na TV (em novelas como Pantanal e Vale Tudo) e por 17 anos como uma das atrizes mais consistentes da RecordTV, antes de migrar para a Globo em 2023. Mas foi atrás das câmeras que descobriu nova paixão, dedicando-se à direção de curtas-metragens premiados e à produção de um documentário pessoal.
Atualmente dividindo seu tempo entre Rio e São Paulo, Flávia celebrou em 2024 não apenas novos projetos profissionais, mas sua vitória contra um melanoma grau dois, enfrentado com a mesma coragem de suas personagens. Casada com Avner Saragossy e mãe de Sophia, ela transformou sua experiência em alerta sobre prevenção ao câncer de pele.
Elisa Veeck

Nascida em Canoas (RS) em 1987, Elisa Veeck conquistou o público brasileiro ainda criança como a romântica Fran em Chiquititas (1998-2001), formando um dos casais mais queridos da trama ao lado dos atores Jonatas Faro e Bruno Gagliasso. A experiência no fenômeno infantil do SBT deixou marcas profundas, em entrevistas, ela descreve esse período como “uma escola de vida” que moldou sua relação com a comunicação.
Após atuar em outras produções como Descolados (2009) e Morando Sozinho (2010), Elisa enfrentou os desafios da transição de atriz mirim para adulta. Com rara maturidade, redirecionou sua trajetória: formou-se em Jornalismo em 2016 e iniciou ascensão meteórica, da Rede Vanguarda (onde ganhou o Troféu Mulher Imprensa em 2017) à CNN Brasil, onde hoje comanda o Live CNN com precisão jornalística.
Na vida pessoal, seu relacionamento com o economista Gabriel Galípolo (desde 2023) levou a CNN a adotar cuidados éticos em coberturas do Banco Central, prova de seu profissionalismo inquestionável. Ativa nas redes, Elisa equilibra a seriedade da âncora com a leveza de quem sabe o valor de uma boa história.
Carla Diaz

Nascida em São Paulo em 28 de novembro de 1990, Carla Diaz estava destinada a brilhar! Foi descoberta ainda criança, e aos sete anos conquistou o coração do Brasil como a adorável Maria em Chiquititas (1997-1999), com seus sorrisos cativantes e emocionantes em cenas dramáticas, tornou-se instantaneamente o xodó da nação e um dos maiores ícones infantis da TV brasileira.
Mas Carla não ficou presa ao orfanato! Mostrando um talento raro, transformou-se numa das atrizes mais versáteis de sua geração: foi a sensual Khadija em O Clone, a rebelde Juno em Mutantes, e até arrancou suspiros como Carine em A Força do Querer. E quando achavam que já tinham visto tudo, ela chocou o país com sua interpretação visceral de Suzane von Richthofen no cinema, provando que era muito mais que uma ex-atriz mirim.
Fora das câmeras, sua vida foi um verdadeiro plot twist: em plena pandemia, enfrentou um câncer de tireoide com coragem, virando símbolo de superação. E ainda surpreendeu ao mostrar seu lado real no BBB21, conquistando o público com sua autenticidade.
Hoje, aos 34 anos, Carla continua reinando! Entre um novo visual ousado e a preparação para um grande filme, ainda arrasou no emocionante reencontro de Geração Chiquititas (2024), provando que, assim como seu talento, a magia daquele orfanato nunca envelhece.
Magali Biff

Nascida em São Paulo em 23 de outubro de 1955, Magali Biff provou que o talento não tem idade! Formada pela prestigiada Escola de Arte Dramática da USP, ela estava destinada a brilhar, e que trajetória! Nos anos 80, encantou os palcos ao lado do visionário Gerald Thomas, mostrando que já era uma estrela.
Mas foi em 1997 que a magia aconteceu: como as inesquecíveis irmãs gêmeas Ernestina e Matilde em Chiquititas, Magali roubou a cena! De um lado, a rigorosa inspetora que fazia as crianças tremerem; do outro, a irresistível Matilde, com seu humor único. Quem nunca torceu para ver a doce Matilde enganando a sisuda irmã? Um verdadeiro duelo cômico-dramático que marcou época!
Longe de viver só de nostalgia, Magali segue arrasando: em 2024, emocionou o país no especial Geração Chiquititas, provando que o amor do público nunca envelhece. E não para! Atualmente, vive a divertida Wanda em A Caverna Encantada, ao lado de Rosi Campos, mostrando que talento de verdade só melhora com o tempo.
Nas redes sociais, compartilha seu dia a dia com o charme e bom humor que sempre a caracterizaram, seja nos bastidores das novelas, seja nos momentos especiais com os fãs que a acompanham há décadas.
Ana Olívia Seripieri

Nascida em São Paulo em 12 de janeiro de 1989, Ana Olívia Seripieri conquistou o Brasil ainda criança como a adorável Tati em Chiquititas (1997). Com seu jeito meigo e olhar cativante, ela tornou-se uma das caçulinhas mais queridas do orfanato, roubando cenas ao lado dos colegas durante quatro temporadas, uma verdadeira proeza para uma atriz mirim!
Mas a vida de Ana Olívia sempre foi cheia de aventuras: entre os 8 e 12 anos, morou na Argentina para gravar a novela, dividindo-se entre as aulas e os sets de filmagem. E quando Chiquititas acabou, ela não parou! Deu vida à Mariana em Pequena Travessa (2002) e até virou antagonista como a malvada Maria em Amigas e Rivais (2007), mostrando sua versatilidade. No teatro, brilhou em Vida de Artista e O Cravo e a Rosa, ao lado do ex-colega Francisco Abreu.
Mas Ana Olívia tinha outros planos. Deixando os holofotes, ela reinventou-se com maestria: formou-se em Administração e hoje é uma bem-sucedida profissional na área de comércio exterior, trabalhando na gigante IBM. Uma transição de carreira que inspira!
Em 2024, os fãs tiveram um presente: ela voltou para o especial Geração Chiquititas, emocionando a todos ao reviver Tati e relembrar os tempos de novela. Aquele sorriso? Ainda o mesmo de quando encantou o Brasil nos anos 90.
Bianca Rinaldi

Nascida em São Paulo em 15 de outubro de 1974, Bianca Rinaldi começou sua jornada artística aos 15 anos como a adorável “Xiquita Bibi”, assistente de palco do lendário Xou da Xuxa. Mas quem imaginaria que aquela jovem sorridente se tornaria uma das atrizes mais versáteis da TV brasileira?
Em 1997, estreou como atriz na Malhação e, no ano seguinte, conquistou o público como a aristocrática e arrogante Andréa em Chiquititas, um papel que mostrou seu talento para interpretar vilãs cativantes. Mas foi em 2004, como a icônica Isaura na novela A Escrava Isaura, que Bianca entrou para a história da televisão. Sua interpretação da heroína escravizada não só a consagrou como uma das maiores atrizes da RecordTV, mas também a transformou em um símbolo de força e delicadeza.
De protagonista em Pícara Sonhadora a personagens marcantes em Prova de Amor e José do Egito, Bianca provou que domina desde dramas intensos até tramas bíblicas. E não parou por aí: em 2017, arriscou-se no Dancing Brasil e, em 2022, quase levou o título do Bake Off Celebridades, mostrando que seu talento vai muito além das atuações.
Em 2024, voltou às novelas como Vera Monteiro em A Infância de Romeu e Julieta, e em 2025, estreia no cinema ao lado da lendária Laura Cardoso no filme Dona Rosinha, um drama emocionante sobre o abandono de idosos. No teatro, continua a brilhar em comédias como Casa, Comida e Alma Lavada e Minha Futura Ex.
Fora das câmeras, Bianca conquista o público digital com seu podcast “Pod, Não Pod ou Depende”, onde debate temas do cotidiano com humor e leveza, e mantém uma conexão especial com os fãs nas redes sociais, compartilhando bastidores e momentos pessoais.
Marcos Pasquim

São Paulo, 14 de junho de 1969: nascia um homem cuja trajetória desafia qualquer roteiro. Antes de conquistar os holofotes, Marcos Pasquim viveu tantas profissões que parecem personagens de um drama épico: do suor das quadras como atleta de vôlei à criatividade dos palcos como músico; da elegância das passarelas como modelo à genialidade dos códigos como programador. Cada curva em sua jornada foi um ato de coragem e o Brasil nem imaginava que esse polímata se tornaria um dos atores mais completos de sua geração!
O grande público o conheceu em 1998, quando deu vida aos memoráveis gêmeos Felipe e Manuel em Chiquititas. Enquanto Felipe brigava na justiça pela guarda da filha, Manuel conquistava o coração da professora Carolina, e do Brasil inteiro com sua timidez encantadora. Foi esse papel duplo que revelou ao país um talento raro: a capacidade de criar dois personagens completamente distintos e igualmente cativantes.
Como o galã Téo em Caras & Bocas (2009), conquistou o público com um charme único que misturava ingenuidade e sedução. Já em Cheias de Charme (2012), reinventou-se como Zé Bonitinho, vilão tão hilário quanto memorável, que se tornou uma antologia do humor brasileiro. Mas foi em Babilônia (2015) que mostrou toda sua profundidade dramática ao viver Leandro, personagem complexo que exigiu mergulho emocional. E provou que seu timing cômico permanecia afiado como Seu Creyson em O Tempo Não Para (2018), levando seu talento para a teledramaturgia das seis.
Fora dos estúdios, Pasquim constrói uma narrativa pessoal tão rica quanto seus personagens. Espírita dedicado. Ao lado de Fabiana, sua esposa desde 2004, mostra que relações sólidas são possíveis no meio artístico. Como pai de Alicia e Stefano, transforma a paternidade em prioridade absoluta, adaptando sua agenda para estar presente na rotina dos filhos.
Gésio Amadeu

Nascido em 14 de junho de 1947 na pacata Santos Dumont (MG), Gésio Amadeu descobriu seu dom artístico ainda na infância, quando aos seis anos sua voz doce ecoava pelos corais da igreja local. Essa mesma voz, anos depois, se tornaria uma das mais marcantes da dramaturgia brasileira. Aos 22 anos, com coragem típica dos grandes artistas, trocou as montanhas mineiras pelo concreto paulistano, iniciando uma jornada que o transformaria num dos atores mais versáteis de sua geração.
Mas foi como Chef Chico, o coração do orfanato em Chiquititas (1997-2001), que Gésio se tornou eterno. Seu personagem era mais que um cozinheiro, tornou-se figura paterna para aquelas crianças. Ele era generoso, acolhedor e cheio de amor para dar. Enquanto o programa fazia história, ele temperava cada cena com sua presença marcante.
Nos palcos, sua versatilidade brilhou em clássicos como “Eles Não Usam Black-Tie”, enquanto no cinema deixou sua marca em produções que atravessaram décadas “A Moreninha” (1970) a “Pé de Pato” (1994).
Em 2016, mostrou que seu talento permanecia intacto como Chico Criatura em “Velho Chico”, e em 2019, já com mais de 70 anos, ainda inovava na série “Bugados”.
Partiu em 5 de agosto de 2020, vítima da COVID-19, mas deixou um legado que vai muito além das telas. Gésio Amadeu foi, acima de tudo, um artista que cozinhou com amor cada personagem e nos alimentou com histórias que jamais serão esquecidas.
Paulo Nigro

Aos 13 anos, enquanto a maioria dos adolescentes se preocupava com lições de casa e primeiras paixonites, Paulo Nigro já vivia seu primeiro grande papel na vida real: a transformação de menino paulistano em fenômeno nacional. Nascido em 11 de janeiro de 1984, ele não apenas entrou para o elenco de Chiquititas em 1997, ele tornou-se a própria essência do orfanato Raio de Luz através do carismático Júlio.
Mas Paulo provou ser muito mais que um ídolo teen. Transformou-se num versátil ator adulto, transitando com naturalidade entre produções juvenis e dramas bíblicos de grande sucesso, até seu marcante papel como Gugu Liberato na série O Rei da TV do Disney+.
Aos 41 anos, o ex-ator mostra que sua capacidade de reinvenção vai além das telas. Como empresário à frente de uma agência de marketing digital e produtora audiovisual com operações em São Paulo e Nova York, Paulo Nigro construiu uma bem-sucedida segunda carreira, sem nunca fechar completamente as portas para um retorno à atuação, desde que apareça “um projeto realmente especial”.
Alex Benn

Buenos Aires, 16 de dezembro de 1971: nascia um artista que faria do mundo seu palco. Alex Benn cruzou oceanos para se tornar um dos rostos mais marcantes da televisão brasileira nos anos 90. Formado entre o rigor do Teatro Tablado no Rio e a vanguarda do Actors Studio em Nova York, ele trazia na bagagem uma mistura única de técnica e paixão que logo conquistaria o público.
Foi como Júnior em Chiquititas (1997) que Alex escreveu seu nome na história da TV brasileira. Seu romance com Carolina (Flávia Monteiro) e sua dualidade como o herói Rif-Raf nas histórias de Mili mostraram toda sua versatilidade, em um mesmo projeto, era capaz de ser o galã romântico e o protagonista de aventuras fantásticas.
De volta à Argentina, Benn provou que seu talento não conhecia limites. Das telas de Floricienta e Lalola aos palcos onde dirigiu clássicos como Macbeth, construiu uma carreira múltipla como ator, diretor e dramaturgo. Sua peça Días Contados revelou ainda seu talento como escritor, completando o perfil de um verdadeiro homem do teatro.
Na vida pessoal, sua história de 14 anos com Alejandra Darín, mesmo após a separação mostrou o mesmo respeito que dedicava à arte. A despedida pública da ex-esposa em 2025 revelou o homem por trás do artista: sensível, íntegro e profundamente humano.
Hoje, entre projetos autorais e masterclasses, Alex Benn mantém viva a chama que acendeu há décadas. Suas redes sociais são um diário aberto dessa jornada, não a de um ex-ídolo adolescente, mas a de um artista completo que segue reinventando-se, prova viva de que o verdadeiro talento não envelhece, apenas se transforma.
Karen Roca

A atriz argentina Karen Roca conquistou o público brasileiro como a doce Janu na terceira temporada de Chiquititas (1997-2001), formando um dos casais mais queridos da trama ao lado de Mosca (Pierre Bittencourt). Seu personagem trouxe momentos de ternura e romance ao orfanato Raio de Luz, marcando uma geração de telespectadores.
Após o sucesso na televisão, Karen optou por uma vida longe dos holofotes. Atualmente radicada em Guayaquil, Equador, ela se dedica ao yoga e ao bem-estar espiritual, compartilhando sua rotina de equilíbrio e autoconhecimento com seguidores nas redes sociais.
Em 2020, superou um acidente de carro entre Guarulhos e São Paulo com resiliência, usando a experiência para reforçar sua mensagem de gratidão e cuidado com a vida.
Mariane Oliva

Nascida em São Paulo em 13 de julho de 1986, Mariane Oliva marcou uma geração como a ardida Marian em Chiquititas (1997-2001), levando à cena uma das primeiras “vilãs mirins” da TV brasileira. Seu embate constante com Mili e as outras órfãs do Raio de Luz revelou um talento precoce para a dramaturgia.
Após o fenômeno infantil, Mariane explorou novos caminhos: atuou na argentina Verano del ’98 e apresentou programas no Discovery, até fazer uma escolha corajosa aos 18 anos, trocar os holofotes pelos estudos. Formada em Publicidade e Marketing pela Mackenzie, hoje brilha como gerente de contas no mercado de bebidas, unindo criatividade e estratégia em eventos e promoções.
Em 2021, emocionou fãs ao resgatar fotos inéditas dos bastidores de Chiquititas e reencontrar Carla Diaz, provando que os laços da infância resistem ao tempo. Moradora de Perdizes, compartilha nas redes seu cotidiano entre reuniões corporativas e memórias afetivas, uma trajetória que inspira quem busca reinventar-se sem perder sua essência.
Aretha Oliveira

Desde seus primeiros passos nas artes cênicas, Aretha Oliveira mostrou que tinha o dom de tocar corações. Aos 5 anos, já brilhava em “Brasileiros e Brasileiras”, mas foi como a icônica Pata em Chiquititas (1997-2001) que ela conquistou seu lugar no imaginário brasileiro. Com apenas 12 anos, transformou a órfã de espírito forte e leal em um dos personagens mais queridos da trama.
O sucesso no SBT foi apenas o primeiro ato. Aretha expandiu horizontes, construindo uma carreira internacional na Argentina com participações em produções aclamadas como Resistiré e Los Simuladores, além de explorar novos talentos como dubladora e atriz no premiado curta de Cao Hamburger.
Em 2024, a vida presenteou Aretha com seu papel mais especial: o de mãe. A chegada da pequena Aniki, fruto de seu amor com Sebastián Goldberg, trouxe um novo sentido à jornada da artista que sempre soube equilibrar força e sensibilidade.
Ainda em 2024, emocionou uma geração ao retornar às origens no especial Geração Chiquititas, provando que os laços criados no orfanato Raio de Luz permanecem tão fortes quanto há 25 anos. Entre posts intimistas e memórias da carreira, Aretha escreve seu novo capítulo.
Francis Helena

Desde os primeiros passos diante das câmeras aos cinco anos, Francis Helena Cozta demonstrava uma sensibilidade incomum. Nascida em São Paulo em 2 de abril de 1985, a atriz já revelava seu talento em “Éramos Seis” (1994) antes de encarnar a memorável Cris em “Chiquititas” (1997-1998). Com uma doçura natural e olhar expressivo, transformou a órfã do Raio de Luz em um dos personagens mais tocantes da trama.
Após o sucesso infantil, trilhou um caminho plural: das telas da Globo (Segunda Chamada) aos palcos como atriz e, mais tarde, diretora com a peça Eu, você, eles e a Chuck (2025), passando pela locução, roteiro e crônicas. Sua formação em Publicidade e Jornalismo Digital acrescentou camadas a essa artista multifacetada.
Em 2025, revisitou suas raízes ao compartilhar cenas de Chiquititas, equilibrando saudade e presente: “Priorizei meu agora, mas carrego minha história”. No mesmo ano, uniu teatro e música no tributo a Legião Urbana (Como é que se diz eu te amo) e voltou às telas no filme Minha Mãe Sandra ao lado de Bianca Rinaldi.
Hoje, Francis Helena escreve seu legado longe dos holofotes, mas nunca longe da arte. Seja dirigindo, atuando ou inspirando, prova que talento verdadeiro não cabe em uma só expressão e que os melhores atos sempre estão por vir.
Nelson Freitas

Nascido em Mogi das Cruzes em 1962, Nelson Freitas transformou cada revés em impulso para sua brilhante trajetória. Após a perda do pai na infância, encontrou no Colégio Militar não apenas disciplina, mas também seu primeiro amor: as artes cênicas. Formou-se como oficial da Marinha Mercante e em Análise de Sistemas, mas foi no palco que seu coração encontrou o verdadeiro porto seguro.
Na televisão, conquistou o país com participações marcantes. Em “Chiquititas” (1997-1998), gravada na Argentina, mostrou toda sua versatilidade. Mas foi no humor que deixou sua marca mais duradoura: por 14 anos foi um dos pilares do aclamado “Zorra Total”, criando personagens inesquecíveis que entraram para o imaginário popular. Sua participação no “Dança dos Famosos” revelou ainda outro talento escondido.
Nos palcos, construiu uma carreira igualmente impressionante. Desde “Blue Jeans” até o premiado espetáculo solo “Nelson Freitas e Vocês” dirigido por ninguém menos que Chico Anysio, levou seu talento para mais de um milhão de espectadores. No cinema, recentemente marcou presença em produções como “Eike em Tudo ou Nada” (2022), provando que seu talento se adapta a qualquer formato.
Atualmente, aos 61 anos, Nelson mantém uma carreira tão diversificada quanto inspiradora. Continua encantando plateias com seu aclamado espetáculo solo, ao mesmo tempo que se dedica a novos projetos audiovisuais e teatrais. Nas redes sociais, compartilha seu cotidiano criativo com o mesmo carisma que conquistou gerações de fãs.
Stefany Brito

19 de junho de 1987, São Paulo: nascia uma estrela que conquistaria o coração do Brasil. Aos 12 anos, Sthefany Brito viveu uma transformação mágica ao deixar sua cidade natal para mergulhar no universo de Chiquititas (1999-2001). Na Argentina, onde a novela era gravada, ela não apenas interpretou Hannelore, uma das órfãs mais marcantes do Raio de Luz, como também descobriu seu amor pela atuação, uma paixão que moldaria seu destino.
Mas nossa heroína não ficou presa ao universo infantil! Na Globo, arrebatou corações como a conflituosa Samira em O Clone e ainda comandou o saudoso TV Globinho com seu carisma contagiante. E quando achavam que já tinham visto tudo, ela surpreendeu migrando para a RecordTV, onde deu vida a personagens marcantes em produções épicas como Jezabel, prova de que talento verdadeiro não conhece limites de emissora ou gênero.
Fora das câmeras, escreveu capítulos igualmente emocionantes: do casamento com o jogador Alexandre Pato à construção de uma linda família com Igor Raschkovsky e seus dois pequenos, Antonio e Vicenzo. Irmã do também ator Kayky Brito, Sthefany mostra que o talento corre em suas veias.
Hoje, aos 37 anos, continua a encantar nas redes sociais e nos palcos, mantendo aquele mesmo brilho que a fez nossa paixão nos anos 2000. De criança atriz a mulher inspiradora, Sthefany Brito prova que ídolos de verdade não envelhecem, apenas se reinventam!
Renata Del Bianco

Nascida em São Paulo em 12 de agosto de 1985, Renata Del Bianco conquistou o coração do Brasil como a doce Vivi em “Chiquititas” (1997-1998), onde seu romance infantil com Mosca (Pierre Bittencourt) se tornou um dos mais queridos da televisão. Mas por trás das cenas encantadoras do orfanato Raio de Luz, vivia uma realidade mais dura: humilhações durante as gravações na Argentina e uma demissão inesperada que a marcou profundamente.
Longe de se deixar abater, Renata transformou adversidades em combustível para sua reinvenção. No teatro, descobriu novas facetas em peças como “A Bela e a Fera”, enquanto na TV encontrou seu espaço como apresentadora e humorista no SBT. Em 2023, ao criar conteúdo adulto com ensaios artisticamente elaborados, incluindo uma releitura ousada de seu icônico uniforme de Vivi, Renata provou que o controle sobre sua própria imagem e carreira sempre foi sua maior prioridade.
Na vida pessoal, a maternidade trouxe tanto alegrias quanto desafios. Após o nascimento de Aurora em 2019, Renata enfrentou dificuldades durante sua segunda gravidez em 2024, precisando recorrer a uma vaquinha online quando o pai da criança não cumpriu suas responsabilidades. Sua ausência no especial “Geração Chiquititas” no mesmo ano levantou questões sobre moralidade e duplos padrões na indústria do entretenimento.
Atualmente, Renata segue escrevendo sua história com a mesma coragem que a caracterizou desde os tempos de Chiquititas. Seja no humor do SBT, em seu podcast ou nas redes sociais, Renata Del Bianco prova que as melhores histórias são aquelas que nós mesmas escrevemos.
Jonatas Faro

Niterói, 11 de agosto de 1987: nascia um talento que conquistaria os palcos e as telas. Jonatas Faro começou sua jornada artística aos 11 anos como o cativante Samuca em Chiquititas Brasil (1998-1999), encantou o público infantil. Mas sua carreira não parou por aí, de ator mirim a vilão premiado, Jonatas provou que seu talento era versátil e sem limites.
Na TV, destacou-se como o manipulador Conrado Werneck em Cheias de Charme (2012), papel que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator Nacional e mostrou sua capacidade de mergulhar em personagens complexos. Entre uma novela e outra, ainda explorou sua veia musical, lançando um EP pela Sony Music em 2014, e brilhou nos palcos em musicais consagrados como Hairspray e Wicked.
Em 2020, Jonatas surpreendeu ao trocar temporariamente os holofotes pelo mercado imobiliário, onde atua como executivo de vendas. Pai de Guy Faro, fruto de seu casamento com a atriz Danielle Winits, ele mantém hoje uma vida mais discreta, mas segue presente nas redes sociais, compartilhando seus sucessos profissionais e momentos pessoais.
Fernanda Souza

No caloroso inverno paulistano de 18 de junho de 1984, nascia uma estrela que brilharia antes mesmo da adolescência. Fernanda Souza mal completara 13 anos quando seu dom inato para a interpretação transformou Mili uma simples personagem de novela infantil em um fenômeno cultural. Em Chiquititas (1997-1998), aquela menina de sorriso radiante e olhos que falavam mais que diálogos não apenas interpretou uma órfã do Raio de Luz, mas encarnou a pureza e resiliência que cativaram milhões de telespectadores.
Após o sucesso em Chiquititas, sua carreira floresceu em múltiplos caminhos. Na dramaturgia, destacou-se como Mirna em Alma Gêmea (2005) e Thaíssa no remake de Ti Ti Ti (2010). No humor, arrancou risadas como Isadora em Toma Lá, Dá Cá (2007-2009), enquanto no reality Dança dos Famosos (2010) revelou seu talento como bailarina profissional, levando para casa o título da competição.
Como apresentadora, Fernanda conquistou novos públicos. Comandou com desenvoltura o programa Vai, Fernandinha no Multishow e atuou como repórter do The Voice Brasil. Em 2025, assumiu o reality Ilhados com a Sogra na Netflix, mostrando que seu carisma transcende formatos e plataformas.
Na vida pessoal, Fernanda viveu um relacionamento de oito anos com o cantor Thiaguinho (2015-2019) e atualmente compartilha sua vida com Eduarda Porto. Mantém laços afetivos com seus colegas de Chiquititas, participando do especial Geração Chiquititas (2024) e revivendo memórias com Flávia Monteiro e Aretha Oliveira.
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